Rica ideia. Eu só alterava uma coisinha. Os amigos deveriam ter que introduzir obrigatoriamente uma password. Só assim é que os broken hearts poderiam ligar ao ex lover. Claro está que os amigos jamais dariam autorização.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Ex lover blocker
Ao que parece, a Guarana Antarctica criou uma app, muito útil no fim dos relacionamentos, que evita recaídas do género vou ter de lhe ligar só para ter mesmo a certeza que ele já não me ama.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Pipi a arder
Hoje acordei com o pipi a arder. Não é coisa bonita de se dizer, muito menos de se escrever. Mas é assim que uma pessoa se sente quando tem uma infecção urinária. Corri para a médica que me receitou um antibiótico. Corri então para a farmácia. Segunda surpresa do dia: o preço do antibiótico. 29 cêntimos. Pensava que tinha ouvido mal e a senhora disse "é isso mesmo que ouviu, 29 cêntimos". Boa! Agora vamos ver se este antibiótioco baratucho apaga o fogo que há em mim no meu pipi.
Ex-namorados = Praga
Sim, sim, é assim que eu os vejo. Não os meus, que só tenho um e não o vejo desde 1930. Mas os das minhas amigas são. E pior, elas não sabem fazer a desinfestação.
Primeira situação: Está tudo bem... até o ver!
Ai que ele está ali, ai que não sei se lhe devo falar, ai que ele disse olá, ai que ele sorriu, ai que ele é tãããão giro! E depois é isto. Se for preciso, tal como eu, também não o via desde 1930, mas vê-lo uma noite já dá assunto em que pensar durante o próximo meio ano. Nos entrentantos esquece-se, mas só até voltar a vê-lo, e pronto, lá se vai a outra metade do ano.
Segunda situação: Está tudo bem... até ele acabar com a actual (que agora também é ex).
Ai que ele acabou com ela, ai que isso mexe comigo, ai que secalhar ainda gosto dele, ai e se nunca mais passa, ai o que devo fazer?, ai, ai, ai.!
Terceira situação: O meu ex-namorado
AI!
E estes dramas fazem delas tão mais minhas amigas, tão mais giras ♥
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
What if life is just a dream?
Desde pequena que penso nisto muitas vezes. Não durante muito tempo, mas muitas vezes. E se isto for tudo surreal? Se não passar tudo de coisas das nossas cabeças, cabeças essas que podem não existir? Rapidamente percebo que estes pensamentos são devaneios. O primeiro que tive era ainda piquena e referia-se à minha cara: "E se a minha cara não é a minha cara?"
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
A primeira tampa oficial...
...dói, dói muito! Depois de ter enviado mil cvs, eis que me dão a primeira tampa... oficial, claro está, que das outras já levei muitas. Vinha sob a forma de mail e dizia: "Agradecemos a
disponibilidade manifestada ao longo do processo de selecção em que esteve
envolvido(a), bem como o interesse demonstrado em integrar a nossa empresa.
Vimos a informar que não foi seleccionado(a), contudo permanece na nossa Base
de Dados." Ora eu já sabia, ou pelo menos supunha, que não tinha sido seleccionada e não estava triste. Pelo menos, não muito. Fazia por não pensar no assunto, bola para a frente. Mas assim não dá. Assim estão-me a esfregar na cara que não fui seleccionada, estão a assassinar toda a auto-estima que ainda poderia haver em mim. Agora quem não quer permanecer na base de dados deles sou eu. Vá, poderei querer, mas só se não repetirem esta história das tampas. Fica o pedido: Exms. Empregadores, sejam fofinhos e amorosos e não me dêem tampas oficiais. Muito menos por escrito, de forma a ficar registado para todo o sempre nos servidores desta coisa tão útil que é a internet.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Hoje é dia de festa
Uma das minhas melhores amigas faz hoje anos. Depois de jantar vou a casa dela dar-lhe um beijinho (hoje o dia é reservado à família que é graaaaaaande) e amanhã vamos ver um jogo de rugby. Ela adora. Não sei onde vai ser, nem sei quem vai jogar, mas segundo sei, é derby. Ora se é derby, bora! Vamos ver matulões musculados à batatada. Giro, giro, era cruzarmo-nos algures com um bonitão de bola debaixo do braço e que ele se entusiasmasse com a minha menina. E já agora que ela também se entuasiamasse com ele. Era o meu presente para ela. Como não me cheira que isso vá acontecer e, o presente vem para a semana na festa de aniversário. Parabés minha Querida! Aquilo que desejo para mim, desejo igualmente para ti *
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Obrigada!
Sou uma pessoa que diz obrigada e desculpa por tudo e por nada (sim, sei que às vezes é irritante). Mas como hoje é o dia internacional do obrigada, foquemo-nos apenas nele. Assim sendo um grande obrigada à minha vovó Nenica por gostar e cuidar de mim, um grande obrigada aos manos pela companhia e brincadeiras, um grande obrigada aos amigos por isso mesmo, por serem amigos e, um grande obrigada ao universo por me ter dado esta vidinha.
Claro que existem outras coisas que não me importaria nada de vir a agradecer. Ora são elas:
- Arranjar um emprego. E se não for pedir muito, um que goste.
- Emagrecer. Se voltar ao antes já fico contente.
Pronto, é só isto.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Coisas tristes que me acontecem
Eu, que sou uma rapariga friorenta, gosto muito de gorros, luvas, cachecóis, meinhas de lã e de um saquinho de água quente na cama. Ontem, para não ser excepção, enchi o meu saco com água a ferver e lá fui eu para a caminha. Podia ter-me sabido bem, não fosse três minutos depois o saco rasgar e um rio de água a ferver desaguar sobre o meu pé esquerdo. Como não podia deixar de ser, comecei a lacrimejar enquanto gritava "aaaaaah, aaaaaah". Lá me leventei e fui pôr o pé debaixo de água fria, até sentir os ossinhos doer. Regressei ao quarto, besuntei-me em Biafine e fui ver o estado da cama. Como já não sou menina de fazer xixis na cama, o meu resguardo não é impermeável e todo o meu colchão estava encharcado. As coisas não são para estragar e, pacientemente, peguei no secador e tive uma hora com que me entreter. Ninguém acordou, nem nenhum dos cães me veio dar uma lambidela amiga. Acabei por ir montar tenda no quarto da minha irmã. E o pé ardia, ardia, ardia... Foi triste.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Ninguém merece
É lixado quando recebo uma chamada de um número que não está nos meus contactos, afino a voz e vai-se a ver e é do banco a fazer questionários ou a dentista a confirmar a consulta. Uma pessoa enche-se de esperança que seja um empregador cheio de vontade de me conhecer e depois é isto. Chiça, pá!
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